A 12ª conferência da ONU sobre o clima, que está a decorrer em Nairobi, vai intensificar os esforços na luta contra as alterações climáticas. Se nada for feito, os cenários que se colocam são terríveis. Dê a sua opinião.
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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2006

Mercado do Carbono só em 2010

 
Ainda faltam quatro anos para que se atinja um acordo global sobre o clima que sustente o mercado internacional de carbono, disse hoje o secretário executivo da Convenção das Partes sobre as Alterações Climáticas, Yvo de Boer.
 
Os mercados de carbono limitam as emissões dos gases de efeito de estufa e obrigam os países que ultrapassam as quotas estabelecidas a comprar direitos de emissão aos países que não a atingem.
 
Um mercado global de carbono vai permitir que os países que ultrapassem as quotas negoceiem direitos de emissão com outros estados, o que reduziria o custo dos cortes de emissões de que o mundo ainda precisa, de acordo com as estimativas de alguns especialistas.
 
Mas ainda faltam quatro anos para que haja um acordo nesse sentido, disse Yvo de Boer, chefe da Convenção-Quadro da ONU sobre as Alterações Climáticas, na abertura da conferência, que está a decorrer em Nairobi até 17 de novembro.
 
"A frustração justifica-se", disse Yvo de Boer aos repórteres. "Está tudo a caminhar devagar. O problema é que os interesses dos países entram em conflito em muitas áreas."
 
Os países produtores de petróleo, por exemplo, temem o impacto da limitação do carbono no Produto Interno Bruto. Enquanto os estados insulares pequenos temem ser inundados pela subida do nível do mar, enquanto países em desenvolvimento querem colocar o combate à pobreza à frente do controle das emissões.
 
A ONU já supervisiona um comércio global de carbono entre países pobres e ricos. "Acho que vamos fazer a contabilidade. E, quando se conhecerem, em 2010, as ambições dos países industrializados, o preço do carbono ficará mais claro", concluiu de Boer.
 

Nos primeiros nove meses de 2006, o mercado de carbono chegou a quase 22 biliões de euros, valor que duplicou em relação a 2005, disse o Banco Mundial no mês passado. Este mercado é dominado pela iniciativa da União Européia, que é vista como um modelo para um futuro mercado global.

publicado por nairobi às 23:45
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1 comentário:
De Mario Barradas a 7 de Novembro de 2006 às 00:56
Devia ser criado numa das pincipais entradas da capital, a ponte 25 de Abril, portagens mais baratas consoante o numero de passageiros no veiculo. Por exemplo: Um ligeiro de 5 lugares, se os tivesse todos ocupados pagaria muito menos que outro em que só fosse o condutos. Seria uma forma de diminuir o fluxo em Lisboa.

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